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https://www.instagram.com/p/DUqDZBcjM4F/?igsh=dmg3OHEyNWlhZ3Vi
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Congressistas, sejam muito bem-vindos!
É com grande satisfação que os recebemos em nosso evento, pensado para ser um espaço de aprendizagem, troca de experiências e construção coletiva de conhecimentos. Preparamos uma programação diversificada, com palestras, apresentação de trabalhos, oficinas, encontros de pesquisadores, lançamento de livros e confraternização, tudo isso para favorecer o diálogo, a reflexão e a colaboração entre pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da educação.
Esperamos que esta experiência seja significativa, inspiradora e formativa para todos.
Um pouco da nossa trajetória
O Simpósio de Educação Inclusiva e Adaptações (SEIA) teve início em 2003, como uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Ambientes Potencializadores para a Inclusão (API), da FCT/UNESP, e chega, nesta edição, à sua 8ª realização. Desde sua origem, o SEIA tem como propósito promover o diálogo sobre políticas públicas, práticas pedagógicas e ações que contribuam para a efetivação da educação inclusiva nos diferentes níveis de ensino, da educação básica ao ensino superior.
A partir do III SEIA, passou a integrar o evento o Simpósio Internacional de Educação a Distância (SIEaD), que chega agora à sua 6ª edição. O SIEaD tem como foco a formação de educadores para ressignificar práticas e propor soluções inovadoras para a educação inclusiva, considerando os desafios da educação contemporânea. A Educação a Distância e o uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) ampliam possibilidades formativas ao reduzir barreiras espaciais e temporais, favorecer a aprendizagem interdisciplinar e potencializar interações em ambientes virtuais.
Desde a última edição o evento passou a incorporar também o III Simpósio Internacional do PROFEI (SIPROFEI), com foco na socialização de experiências internacionais e de mobilidade acadêmica desenvolvidas no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Educação Inclusiva (PROFEI). Esse simpósio fortalece a dimensão internacional do Programa, evidenciando parcerias, percursos formativos e práticas inclusivas construídas em diferentes contextos educacionais.
Integra ainda esta programação o I Encontro de Egressos do PROFEI, concebido como um espaço de diálogo, reflexão e fortalecimento da rede de profissionais formados pelo Programa, além da socialização dos impactos do PROFEI nos diversos contextos educacionais em que seus egressos atuam.
Vale destacar que esse conjunto de eventos recebe o apoio do PAEP-EB - Programa de Apoio a Eventos no País para a Educação Básica.
FONTE:
https://www.unoeste.br/congressos/2026/cpides2026/Index
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Ótima oportunidade para vocês, professores, pedagogos e licenciandos, aperfeiçoarem as suas práticas profissionais e conhecimentos! Inscrevam-se na Capacitação AEE/Sala de Recursos na área da surdez.
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A denúncia é da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva, segundo o Globo
Mais de 45 mil alunos cegos ou com baixa visão vão começar o ano letivo sem acesso a livros didáticos em Braille, sistema de escrita tátil em papel relevo voltado para deficientes visuais. A denúncia é da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), que representa o setor que produz conteúdos desse tipo. Os materiais em Braille são considerados essenciais para a alfabetização e acompanhamento escolar desse público. A situação afetaria estudantes tanto de turmas regulares quanto de Educação de Jovens e Adultos (EJA) dos ensinos fundamental ao médio.
Segundo a Abridef, é a primeira vez, desde a criação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), há quatro décadas, em que não houve cronograma oficial nem garantia orçamentária específica para livros acessíveis em um ano letivo. Procurado, o Ministério da Educação (MEC) alegou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) “possui contratos vigentes que asseguram o atendimento” a esses alunos, mas não respondeu diretamente sobre a entrega dos materiais em Braille.
O relato da Adribef é reiterado pelo Instituto Benjamin Constant, órgão federal vinculado ao próprio MEC que oferece ensino especializado a esse público. Sediada no Rio, a entidade é considerada pioneira na América Latina na educação de pessoas com deficiência visual e oferece material didático impresso em gráficas próprias. Seu diretor-geral, Mauro Conceição, confirmou que 2026 será um ano de “Braille zero” em escolas brasileiras, conforme informações recebidas do FNDE.
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https://www.apufsc.org.br/2026/02/09/pela-primeira-vez-mec-deixa-45-mil-deficientes-visuais-sem-livros-didaticos-no-inicio-do-ano-letivo/
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https://www.instagram.com/p/DUjDS-LEf8p/?igsh=cThjYXFzZzA4cHZw
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https://www.instagram.com/p/DUi727GERNX/?igsh=YnZsNXM2MW9zbmZ0
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