Tecnologia assistiva não é inovação só porque tem uma tela, um aplicativo ou inteligência artificial.
No TEA, inovação só faz sentido quando remove barreiras, amplia comunicação, favorece autonomia e aumenta possibilidades reais de participação. Caso contrário, corremos o risco de transformar tecnologia em vitrine e chamar isso de inclusão.
Essa será uma das discussões do 1º Seminário Técnico-Científico do NEPA/UFF – Autismo, Ciência e Inclusão: Perspectivas Luso-Brasileiras, no dia 22 de agosto, na sessão temática “Tecnologias Assistivas e Inovação Aplicadas ao TEA”.
Precisamos discutir recursos tecnológicos, sim. Mas precisamos discutir também evidências, acessibilidade, individualização, formação profissional e, principalmente, para quem aquela tecnologia efetivamente funciona.
Porque a pergunta mais importante talvez não seja:
“Qual é a tecnologia mais inovadora?”
Mas sim: “Essa tecnologia aumentou a autonomia e a participação dessa pessoa ou apenas parece moderna?”
Quero saber de vocês: onde termina a inovação e começa o modismo quando falamos de tecnologia e autismo?
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Neurodiversidade
FONTE:
https://www.instagram.com/p/Db6NEcgvuww/

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